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Controle da Dor
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O que é o Termo de Consentimento de Anestesia e Sedação?

 

O Termo visa esclarecer o procedimento anestésico que será realizado e não isenta o anestesista de suas responsabilidades, permitindo que o paciente ou seu responsável esteja ciente e autorize a anestesia proposta.

 

Após receber todas as informações e orientações deste informativo e da avaliação pré-anestésica, o termo deve ser preenchido e assinado para que a anestesia possa ser realizada.

Controle da Dor

A dor pode ser a manifestação de alguma doença ou distúrbio orgânico, mas também pode estar relacionada a um quadro clínico mais complexo. A dor ainda serve de alerta para a necessidade de orientação médica, pois indica que algo em nosso organismo não está bem.

Existem inúmeras causas para a manifestação de dor, como inflamações, fraturas, queimaduras, entre outras. Algumas das formas mais conhecidas e comuns de dor são: enxaqueca, cefaléia, tendinite, lombalgia, dor torácica, reumatismo, dor abdominal, dor pélvica, torcicolo, dor nas costas, dor muscular, cãibras e hérnia de disco.

De acordo com suas características, a dor pode ser classificada como aguda, pós-cirúrgica, crônica ou recorrente.

Dor Aguda: Este tipo de dor manifesta-se durante um curto período de tempo e é decorrente de alguma lesão, inflamação, infecção ou traumatismo. A dor aguda é um alerta para o indivíduo, um sintoma de que está com algum distúrbio orgânico. Dessa forma, após diagnóstico da causa da dor e do tratamento médico adequado, ela é eliminada.

Dor pós-cirúrgica: É comum ouvirmos as pessoas dizerem que após uma cirurgia é "normal" a ocorrência de dores. Porém, quando a dor não é aliviada no pós-operatório, ela pode permitir o acúmulo de secreções nos pulmões (favorecendo infecções pulmonares), manter o paciente mais tempo no leito, atrapalhar o repouso, aumentar o período de internação e muitas outras coisas. Porém, com os tratamentos atuais, essa situação pode ser minimizada. Hoje é possível enfermeiros e médicos atuarem antes e depois de uma cirurgia a fim de prevenir ou aliviar a dor.

Dor Crônica: Ao contrário da dor aguda, a dor crônica já não tem mais a função de alerta. Sua duração é prolongada, podendo até mesmo se estender por muitos anos. Uma dor pode-se tornar crônica pelos mais diversos motivos, mas, na maioria dos casos, é inerente à alguma doença crônica. Um exemplo corrente é a dor do paciente com câncer. A dor crônica merece especial atenção, pois é a que mais compromete a qualidade de vida e o bem-estar dos pacientes.

Dor recorrente: A dor recorrente pode acompanhar o indivíduo durante toda a sua vida, porém manifesta-se durante curtos períodos de tempo, mas que se repetem com certa freqüência. Esse tipo de dor pode não estar relacionada à alguma doença ou fator específico; um bom exemplo é a enxaqueca.

A dor manifesta-se com diferentes intensidades: dor leve, moderada, intensa ou insuportável e transmite sensações variadas como ardor, pontada, queimação, latejamento, choque, corte, pressão ou formigamento. Quando sabemos apontar a sua localização chama-se dor localizada e quando não conseguimos descrever com precisão a sua localização chama-se dor difusa.

 

 

 
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