Como o Anestesiologista Pode Contribuir para a Prevenção de Infecção no Paciente Cirúrgico
FERREIRA FAPB, MARIN MLG, STRABELLI TMV, CARMONA MJC. Como o Anestesiologista Pode Contribuir para a Prevenção de Infecção no Paciente Cirúrgico. Rev Bras Anestesiol 2009; 59: 6: 756-766.
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O paciente cirúrgico com infecção hospitalar, além de aumentar os custos hospitalares, pode não recuperar sua condição prévia e até morrer. Além dos riscos individuais bem estabelecidos, o desenvolvimento de infecção pósoperatória depende do procedimento a que será submetido, das condições hospitalares e do cirurgião. Apesar de haver muitos protocolos visando o controle da infecção, falta padronização de intervenções intraoperatórias visando a otimização desse paciente. Assim, esta revisão teve como objetivo discutir algumas dessas intervenções que são eficazes e necessárias, alertando o anestesiologista da sua importância na prevenção da infecção hospitalar.
CONTEÚDO: Nesta revisão foram abordadas as causas de infecção no paciente cirúrgico e discutiu-se como a adequada administração de antibióticos, o controle térmico e glicêmico e as estratégias de ventilação mecânica, hidratação e transfusão podem reduzir as taxas de infecção no paciente cirúrgico.
CONCLUSÕES: O anestesiologista é o profissional que deve intervir no intraoperatório com medidas simples para otimizar o atendimento do paciente cirúrgico e diminuir índices de infecção.
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http://www.scielo.br/pdf/rba/v59n6/v59n6a13.pdf
2) Risk and safety of anesthesia outside the operating room.
Van De Velde M, Kuypers M, Teunkens A, Devroe S.
Minerva Anestesiol. 2009 May;75(5):345-8
Abstract
More and more frequently anaesthetists must be able to provide complete, integrated anaesthetic care outside the traditional environment of the operating room. Providing non-operating room anaesthesia (NORA) has gained widespread popularity. Both the number and the complexity of these therapeutic and diagnostic procedures is increasing. Performing NORA cannot, in most cases, be compared with traditional anaesthesia care inside the operating room. It has its specific logistical problems resulting in specific patient selection, pre-operative patient assessment, per-operative morbidity and mortality and post-operative patient follow-up and treatment. From what is available in the literature paediatric patients carry a high risk of complications; monitored anaesthesia care is associated with more complications and substandard care is often present. Despite these potential risks, the mortality and morbidity related to NORA is infrequently studied and poorly described. Most authors agree that improvements in monitoring are essential to decrease the complication care.
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www.minervamedica.it/en/journals/minerva-anestesiologica/article.php?cod=R02Y2009N05A0345